Bem-vindo ao Latam Insights, uma compilação das notícias de criptomoedas mais relevantes da América Latina na última semana. Nesta edição, um projeto de lei para criminalizar a evasão fiscal de moeda estrangeira vinculada a criptomoedas ganha força no Brasil, El Salvador finaliza seu programa educacional Bitcoin Diploma 2.0 e a Engie avalia adicionar mineração de bitcoin às suas operações no Brasil.
Projeto de lei que criminaliza evasão fiscal de moeda estrangeira vinculada a criptomoedas ganha força no Brasil
O Brasil está tomando medidas para reforçar o controle sobre o aumento dos volumes de saídas de criptomoedas, especialmente aquelas envolvendo stablecoins, impondo penalidades por transações de criptomoedas não declaradas.
O Projeto de Lei 746/2026, apresentado pela Deputada Federal Tabata Amaral, define explicitamente o crime de evasão fiscal de criptomoedas, colocando as exchanges de stablecoin fora de uma zona cinzenta, classificada como brecha por alguns reguladores e funcionários do governo.
O crime de evasão fiscal de moeda estrangeira é definido na regulamentação brasileira como “realizar uma operação de câmbio não autorizada, com o objetivo de promover a evasão de moeda estrangeira do país.”
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El Salvador finaliza programa educacional Bitcoin Diploma 2.0
El Salvador está prestes a expandir seus programas de bitcoin e dinheiro com um novo desenvolvimento educacional.
O Escritório Nacional de Bitcoin (ONBTC) de El Salvador anunciou recentemente a conclusão do seu programa educacional Bitcoin Diploma 2.0, uma reformulação das tentativas anteriores de levar conceitos de bitcoin e dinheiro às escolas públicas salvadorenhas.
O programa, desenvolvido em parceria com a agência de inovação Wespark, explica a história do dinheiro e a ascensão do bitcoin da forma mais simples possível, evitando jargões técnicos.
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Engie mira mineração de bitcoin para enfrentar redução de energia solar no Brasil
A Engie, uma empresa global de energia, busca alternativas para aproveitar sua geração excedente de energia solar no Brasil.
De acordo com relatos, Eduardo Sattamini, gerente regional da Engie no Brasil, afirmou que o conglomerado francês de energia está considerando usar parte da energia produzida na Assu Sol, sua maior usina solar, para alimentar operações locais de mineração de bitcoin ou centros de dados.
No entanto, enquanto a empresa atualmente avalia outras companhias que poderiam consumir a energia reduzida para esses processos, Sattamini reconhece que não será um processo rápido, pois a logística por trás dessa opção envolve empresas interessadas em construir infraestrutura próxima ao complexo.
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FAQ
- Qual legislação recente relacionada a criptomoedas está sendo proposta no Brasil?
Um projeto de lei no Brasil busca criminalizar a evasão fiscal de moeda estrangeira vinculada a criptomoedas, visando transações não declaradas.
- Qual o objetivo do programa Bitcoin Diploma 2.0 de El Salvador?
O programa oferece educação sobre bitcoin e conceitos financeiros para escolas públicas, simplificando o tema para os estudantes.
- Por que a Engie está considerando mineração de bitcoin no Brasil?
A Engie planeja aproveitar o excesso de geração de energia solar no Brasil para possíveis operações de mineração de bitcoin e enfrentar a redução de energia solar.
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O principal fator por trás desse desvio foi que as contas de baleias agruparam a transferência de BTC para uma certa exchange líder, e a All Exchanges Whale Ratio (EMA14) foi impulsionada para uma máxima de quase dez meses; em pouco tempo, a pressão vendedora aumentou significativamente, passando a ser a causa direta da queda do preço à vista. Além disso, o sentimento no mercado de derivativos para posições compradas enfraqueceu. A quantidade de contratos futuros perpétuos de BTC subiu de forma significativa recentemente, a taxa de funding passou de positiva para negativa e a razão entre posições compradas e vendidas se aproximou do equilíbrio. Parte das posições compradas passou a ser encerrada, o que, no contexto de pressão vendedora das baleias, ampliou ainda mais a volatilidade de curto prazo do mercado à vista. Ademais, não houve anomalias em endereços ativos on-chain, número de transações e volume de transferências, o que exclui a hipótese de venda em pânico on-chain. Como políticas macro e fatores externos de “cisne negro” não estavam presentes, as características internas do movimento fora do padrão do preço ficaram ainda mais evidentes.
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