Encontro de colegas, ela bebeu demais, chorando, disse que queria se divorciar.


Achávamos que seu marido era violento.
Ela disse: Ele é funcionário público, ganha 7000, dá-me 6000, faz o jantar todos os dias.
O salão ficou em silêncio.
Perguntei: Então por que se divorciar?
Ela enxugou as lágrimas: Ele não me entende. Não comemorou o aniversário, não respondeu às mensagens, dorme de costas para mim.
Eu disse: O que você quer?
Ela gritou: Romance! Surpresa! Coração acelerado!
Ao lado, uma colega interrompeu: Meu marido ganha trinta mil por mês, não volta para casa todo dia, é romântico?
Ela ficou surpresa.
A colega completou: Que tal trocarmos?
Ela não respondeu.
Depois, seu marido veio buscá-la, entregou silenciosamente o casaco.
Depois que ela entrou no carro, ele sussurrou para mim: Ela aprontou de novo?
Eu disse: Não, ela disse que você é ótimo.
Ele sorriu: Eu sei. Mas o que ela quer, eu não posso dar.
Perguntei: E agora?
Ele abriu a porta do carro: Quando ela entender, o romântico nem sempre faz jantar em casa.
O carro partiu.
Olhei para o celular, a mensagem do marido chegou: Trabalhando até tarde, janta sozinha.
Respondi: Hmm.
Depois apaguei a conversa.
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