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⚠️ ATENÇÃO A ISTO
Todos falam de tensões geopolíticas e guerras físicas, mas há uma grande guerra de que ninguém fala e que pode ter um grande impacto nos mercados:
A guerra dos chips.
O que está a acontecer? Por que é tão importante? Como afeta os mercados e as criptomoedas? Explico-te:
O que está a acontecer?
Os chips são o cérebro de tudo o que usamos: telemóveis, carros, computadores, eletrodomésticos… e agora a Inteligência Artificial.
Há cerca de três meses, os EUA decidiram aplicar uma tarifa (imposto) de 25% a certos chips avançados que vinham do estrangeiro, especialmente os mais ligados à IA. A isso chamou-se a Fase 1.
Mas há uma nuance importante: esta tarifa não afeta todos os chips, mas sim uma categoria muito concreta e estratégica, e inclui também exceções para não travar o desenvolvimento tecnológico interno.
Agora vem o mais interessante. A própria Casa Branca deixou claro que isto é apenas o começo.
A Fase 2 está na mesa, mas ainda não está decidida, aprovada nem assinada.
O que existe é uma proposta: após negociações comerciais, podem surgir tarifas muito mais amplas sobre chips, maquinaria e produtos derivados, com taxas “significativas”, embora sem detalhes concretos nem data confirmada.
A fase 2 pode sair a público e ser aprovada a qualquer momento.
Por que é tão importante?
Os EUA querem deixar de depender tanto da Ásia (como Taiwan e China).
Os Estados Unidos consomem uma quantidade enorme de chips, mas não produzem o suficiente, o que os torna vulneráveis a interrupções externas.
A estratégia é clara: usar tarifas como pressão para que as empresas tecnológicas fabriquem dentro do país.
O objetivo é que, se amanhã houver um conflito global ou local, os EUA não dependam de ninguém para os componentes-chave do século XXI.
E isto é importante porque, dependendo de como tudo evoluir, os mercados podem ser afetados.
Como afetaria os mercados e as criptomoedas?
A curto prazo, a Fase 1 teve um impacto limitado porque afetou um nicho muito concreto. De facto, muitas empresas quase não notaram mudanças relevantes nas suas previsões.
Mas o mercado não se move apenas pelo que já aconteceu… mas pelo que pode acontecer.
Se chegar uma Fase 2 mais agressiva, o impacto dependerá totalmente do alcance real das medidas.
Não é a mesma coisa ampliar ligeiramente as tarifas do que aplicá-las de forma massiva a toda a cadeia tecnológica.
Se forem medidas moderadas, o impacto será reduzido e mais setorial: afetará sobretudo empresas tecnológicas, fabricantes de chips e companhias dependentes de importações.
Este deveria ser o cenário mais provável. Onde não acontece nada muito destacado para os mercados nem um medo excessivo.
Mas se forem agressivas, aí sim, o cenário muda:
- Aumentam os custos de produção (especialmente em tecnologia), o que reduz as margens empresariais
- Tensionam as cadeias de abastecimento globais, gerando ineficiências e atrasos
- Aparece risco de retaliações comerciais entre países
E, acima de tudo, aumenta a incerteza, que é o que realmente move os mercados.
De facto, já vimos que os mercados reagem de forma muito sensível às políticas de tarifas.
Quando há mais pressão comercial, aumenta a volatilidade e, a curto prazo, podem ocorrer quedas em ativos de risco como as criptomoedas.
O cenário mais perigoso seria este, se os EUA implementassem medidas agressivas que, a curto prazo, poderiam prejudicar os mercados.
As próximas semanas e meses são cruciais.
Por enquanto, não há de quê preocupar-se. Basta entender todo o contexto (tanto o cenário negativo como o positivo) e aguardar pelos próximos anúncios.
Estaremos atentos para ver que medidas tomam na fase 2 e se tudo escalar ou se fica apenas por uma ameaça mais.
O que está claro é que há uma guerra tecnológica para ver quem dominará mais, se os Estados Unidos ou a China.
E atenção, isto não é tudo.
A China pode provocar o próximo cisne negro nos mercados e prejudicar muito os Estados Unidos e a Europa. Se houver interesse, amanhã publicarei um post explicando tudo isto em detalhe.