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Circle processada por alegado incumprimento de congelar USDC em $280 milhões de Drift Hack
A Circle enfrenta um novo desafio legal devido às consequências do hack do Protocol Drift, com investidores agora argumentando que o emissor de stablecoins deveria ter agido mais rápido e de forma mais direta assim que os fundos roubados começaram a se movimentar. A ação foi apresentada na quarta-feira num tribunal distrital dos EUA em Massachusetts pelo investidor do Drift, Joshua McCollum, que afirma agir em nome de mais de 100 membros afetados. No centro da queixa está a alegação de que a Circle permitiu que atacantes transferissem aproximadamente $230 milhões em USDC de Solana para Ethereum através do seu Protocolo de Transferência Cross-Chain, ou CCTP, ao longo de várias horas sem intervir. Investidores argumentam que a Circle tinha as ferramentas para agir A queixa vai além da frustração e entra em reivindicações de responsabilidade direta. Os advogados de McCollum argumentam que a Circle “permitiu esse uso criminoso de sua tecnologia e serviços”, acrescentando que as perdas poderiam não ter acontecido ou teriam sido significativamente reduzidas se a empresa tivesse agido a tempo. Essa é a questão legal central do caso. A ação acusa a Circle de ajudar e instigar a conversão, bem como de negligência, argumentando efetivamente que a capacidade técnica criou um dever de intervir assim que os fundos roubados estavam claramente em movimento. Mira Gibb, do escritório de advocacia que representa McCollum e os outros investidores, busca indenizações, embora o valor final seja determinado em julgamento. O caso entra numa zona cinzenta mais ampla do mundo cripto O que torna o processo mais importante do que uma queixa rotineira pós-hack é a questão mais ampla que ele levanta. Empresas de criptomoedas como a Circle podem ter alguma capacidade técnica de congelar ou interromper o movimento de fundos, mas muitas vezes argumentam que agir sem autoridade legal clara cria seus próprios riscos. Isso deixa uma lacuna difícil. Quando um exploit acontece em tempo real, as vítimas frequentemente esperam intervenção imediata. As empresas, por sua vez, tendem a apontar limites regulatórios, devido processual ou a ausência de orientação de tribunais ou forças de segurança. O caso Drift coloca essa tensão diretamente no tribunal. Não se trata apenas de um hack ou de uma transferência de stablecoin. Trata-se de saber se uma empresa de infraestrutura cripto que pode agir está legalmente exposta quando opta por não fazê-lo.