Estreito de Ormuz encerrado + o dilema da Reserva Federal, as carteiras das pessoas comuns vão voltar a ser afetadas!



Acabou de sair uma grande notícia: o lado do Irão fechou diretamente o Estreito de Ormuz, os navios-tanque têm de regressar; isto é o “gargalo” do petróleo mundial! E, como se não bastasse, como a Reserva Federal está agora entre a espada e a parede, a nossa vida como pessoas comuns vai voltar a ser afetada.

Em primeiro lugar, a consequência mais direta é que vamos ter de pagar mais para abastecer e para comprar comida. Se o estreito for fechado, o transporte de petróleo fica interrompido, e o preço do combustível vai certamente disparar; as despesas com combustível para ir trabalhar de carro e os custos dos táxis também vão subir. E, quando o preço do combustível sobe, os custos de transporte sobem na mesma, fazendo com que os preços dos legumes, frutas e bens do dia a dia no supermercado andem silenciosamente para cima — e lá vão surgir mais algumas despesas do dia a dia.

Depois, olhemos para a Reserva Federal: há muito que já está em dúvida sobre se deve ou não cortar as taxas de juro; agora, com a volatilidade nos preços da energia e a inflação que não baixa, fica ainda mais difícil reduzir as taxas de juro. Para nós, a pressão dos juros das hipotecas e dos créditos automóveis não vai aliviar no curto prazo, e o dinheiro que temos na carteira também fica menos “despachável”, quase que nos deixa ainda menos vontade de gastar sem pensar duas vezes.
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