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Recentemente descobri uma coisa bastante interessante — no país, o yuan é chamado de Renminbi, mas lá fora, como é que passou a chamar-se CNY? Por trás disso, na verdade, há várias histórias sobre a internacionalização financeira da China.
Em primeiro lugar, vamos falar sobre o motivo dessa distinção. RMB e CNY são, de facto, abreviações do yuan, mas a lógica que representam é completamente diferente. RMB é a sigla com as iniciais do pinyin de «Renminbi», que é a forma como se chama isso internamente. Já CNY é o código padrão usado internacionalmente — segue as normas unificadas dos códigos de moeda internacionais, sendo formado pela combinação das iniciais de China (China) e Yuan (Yuan). Depois de a China ter aderido oficialmente ao FMI em 1980, para se adaptar às exigências do sistema financeiro internacional, CNY passou a ser a «identidade oficial» do yuan no palco internacional.
Na verdade, essa mudança reflecte a alteração da posição financeira da China. Antes da reforma e abertura, o yuan circulava principalmente dentro do país, não havendo necessidade de nenhum código internacional. Mas a partir de 1978, com o avanço da reforma e abertura, a China foi-se integrando progressivamente no sistema económico internacional, e o yuan passou a precisar de um nome que pudesse ser reconhecido pelo sistema financeiro global. Como o inglês é a língua universal das transacções financeiras internacionais, foi assim que surgiu o CNY.
O mais interessante é que, após o eclodir da crise financeira dos Estados Unidos em 2008, a posição de supremacia global do dólar começou a ser abalada, o que deu ao processo de internacionalização do Renminbi uma oportunidade extraordinária. Naquela altura, o dólar representava cerca de 64% das reservas cambiais globais, enquanto a circulação internacional do yuan ainda não chegava a 2%. Mas desde então, cada vez mais países começaram a considerar a possibilidade de o yuan passar a ser uma moeda de reserva.
A internacionalização do yuan não é apenas uma questão de mudar o nome; representa a abertura e a reforma do mercado financeiro chinês. À medida que o uso do yuan nos mercados internacionais se torna cada vez mais amplo, a cooperação económica e as relações comerciais da China com outros países também se aceleram. Isto constitui uma direcção nova e importante para o desenvolvimento do mercado financeiro chinês.
Agora, olhando para trás, do ouro e da prata na antiguidade, passando pelos bilhetes de banco na Dinastia Song, até ao yuan moderno e, actualmente, ao CNY como código padrão internacional, o processo de evolução da moeda chinesa é, na realidade, um retrato do aumento da posição económica da China. Cada reforma do sistema monetário corresponde a uma nova fase do desenvolvimento do país.
Falando do futuro do yuan, com a alteração do panorama da economia global e as mudanças no ambiente internacional, o processo de internacionalização do yuan continuará a aprofundar-se. A China precisa de reforçar continuamente a cooperação internacional, aumentando o reconhecimento e a posição do yuan. Neste processo, o peso destas três letras, CNY, tornar-se-á cada vez maior.