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Então, chegamos em 2026 e todo mundo quer saber: o Ciclo de Benner funcionou mesmo? Há alguns meses estava em todo lugar na comunidade cripto – esse gráfico antigo de mais de 150 anos prevendo que este seria o ano do grande pico do mercado. Mas a realidade está sendo bem diferente do que muitos esperavam.
Pra quem não conhece, o Ciclo de Benner nasceu lá em 1875 quando um fazendeiro chamado Samuel Benner perdeu tudo na crise de 1873 e decidiu estudar os padrões dos preços agrícolas. Ele notou que os ciclos solares afetavam as colheitas, que por sua vez movimentavam os preços. A partir daí criou um gráfico dividindo os anos em três categorias: pânico, boom e recessão. E o mais interessante é que esse ciclo meio que acertou eventos grandes como a Grande Depressão, a bolha da internet e até a queda da COVID.
O lance é que no ano passado, quando o mercado cripto estava em recuperação, vários investidores começaram a usar o Ciclo de Benner como base para cenários super otimistas. A profecia apontava 2026 como o topo do mercado, o melhor momento para vender. Muita gente entrou nessa narrativa porque, bem, a gente quer acreditar em algo, não é?
Mas aí veio o choque: em abril do ano passado Trump anunciou aquele plano de tarifas polêmico e os mercados entraram em parafuso. O cripto caiu de 2,64 trilhões para 2,32 trilhões em dias. Desde então, JPMorgan disparou a probabilidade de recessão global para 60% e Goldman Sachs também subiu suas previsões de recessão. Traders veteranos como Peter Brandt começaram a questionar se a gente não estava só se distraindo com gráficos antigos em vez de lidar com a realidade do mercado.
Mas aqui está o ponto interessante: mesmo com toda essa pressão, alguns investidores continuam acreditando no Ciclo de Benner. E não é porque seja mágica, é porque muita gente acredita. Mercados são feitos de números sim, mas também de psicologia, narrativa e impulso coletivo.
O Google Trends mostrou que as buscas por Ciclo de Benner explodiram quando a incerteza econômica aumentou. Isso revela algo real sobre como investidores de varejo buscam narrativas reconfortantes em tempos de instabilidade. A questão que fica é: será que o Ciclo de Benner vai se validar até o final do ano ou vamos ver mais uma distração que não se concretiza?