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A Coreia do Sul pode ser excluída das diretrizes de investimento corporativo, com stablecoins fora do escopo
As autoridades reguladoras financeiras da Coreia do Sul estão na fase final de elaboração de diretrizes de investimento em criptoativos para empresas listadas, mas uma mudança significativa de orientação está surgindo. É cada vez mais provável que stablecoins principais atreladas ao dólar, como USDT e USDC, sejam excluídas dessas novas diretrizes. Essa decisão é justificada por conflitos com a legislação nacional e deve impactar o caminho de entrada de empresas no mercado de ativos digitais.
Contexto da exclusão do quadro de investimentos empresariais
As autoridades reguladoras sul-coreanas buscam criar uma estrutura que permita a entrada de empresas listadas e firmas de investimento profissional no mercado de criptoativos, que até agora tem sido dominado por investidores individuais. Segundo o Herald Economy, as novas diretrizes de investimento estabelecerão critérios para empresas que negociam ativos digitais com fins financeiros.
No entanto, a postura das autoridades é cautelosa. Elas consideram que stablecoins como USDT e USDC devem ser excluídas dos investimentos, devido ao risco de fluxo de grandes quantidades de capital para essas moedas em um mercado ainda imaturo, o que poderia gerar atividades financeiras descontroladas.
Conflitos legais influenciam a decisão de política
Por trás da exclusão está um conflito fundamental com a legislação vigente na Coreia. Sob a Lei de Câmbio e Comércio Exterior, stablecoins não são reconhecidas como meios de pagamento transfronteiriço autorizados. A lei exige que pagamentos internacionais sejam processados por bancos de câmbio estrangeiro designados.
Como stablecoins não são consideradas meios de pagamento legítimos, a visão das autoridades financeiras é que permitir que empresas invistam nelas contraria a legislação atual.
O Legislativo também está agindo. Em outubro de 2025, foi apresentado ao parlamento um projeto de lei de reforma da Lei de Câmbio, que pode reconhecer stablecoins como meio de pagamento. Contudo, a discussão ainda está em andamento. Até que a lei seja alterada, as autoridades financeiras manterão uma postura cautelosa quanto à inclusão oficial de stablecoins nas diretrizes empresariais.
Além disso, as autoridades estão trabalhando na elaboração de uma lei básica de ativos digitais, conhecida como “Lei do Fase 2”. Quando aprovada, o governo deverá divulgar regras específicas para empresas negociarem ativos digitais. A equipe responsável pela elaboração das diretrizes já concluiu grande parte do trabalho, mas a decisão final dependerá do avanço legislativo.
Métodos indiretos de acesso por parte das empresas
Mesmo que stablecoins fiquem fora do escopo oficial, as empresas continuarão buscando formas indiretas de acesso. Na Coreia, há restrições que impedem empresas de abrir contas de criptomoedas diretamente. No entanto, algumas empresas já estão contornando essa limitação.
Relatos indicam que elas utilizam carteiras de criptomoedas pessoais ou contas em exchanges estrangeiras para operar com stablecoins. Essa prática tem aumentado especialmente entre empresas envolvidas em comércio internacional, que precisam realizar pagamentos transfronteiriços.
A maior velocidade de processamento e os custos menores das stablecoins em comparação às transferências bancárias tradicionais são fatores que impulsionam essa expansão do uso.
Demandas por flexibilização regulatória e perspectivas futuras
Algumas empresas listadas têm solicitado às autoridades que considerem permitir stablecoins dentro do quadro regulatório. Elas argumentam que tokens como USDT e USDC refletem taxas de câmbio em tempo real e podem servir como ferramentas de hedge cambial.
Porém, sob a regulamentação atual em desenvolvimento, as autoridades continuam a manter stablecoins fora do escopo de investimentos empresariais oficiais, pelo menos por enquanto.
A direção final das políticas dependerá de quão rapidamente o Legislativo atualizará a legislação de câmbio doméstica. Mudanças na política podem ainda estar distantes, e o momento de uma mudança de paradigma ainda não está definido.