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Feminismo em ascensão? Disfarçando a supremacia masculina como força masculina e fraqueza feminina?
Primeiro, vamos falar da questão central.
Dizer que o feminismo, na essência, é exigir mais do que o patriarcado.
Essa afirmação parece ter sentido, mas na verdade é uma troca de conceitos.
Qual é o núcleo do feminismo?
É igualdade, não fazer com que as mulheres dominem os homens.
Também não é fazer com que os homens continuem sendo os provedores, apenas com um nome diferente.
"Homem forte, mulher fraca é uma exigência comum", essa frase é demasiado absoluta.
Nem todas as mulheres admiram homens fortes.
Nem todos os homens precisam ser fortes.
Transformar fenômenos isolados em regra geral é criar ansiedade.
Dizem que as mulheres têm dificuldade em aceitar homens piores que elas.
Salários, dinheiro, aparência, experiência, em todos os aspectos, não podem ser inferiores.
Agora, uma pergunta ao contrário.
Os homens podem aceitar mulheres mais fortes que eles?
Se puderem, isso se chama troca de pele de superioridade masculina por inferioridade feminina?
Se não puderem, quem é o responsável pelo problema?
Salário mensal de 10 mil, a mulher acha que o homem não é bom o suficiente.
Vamos traduzir essa frase:
A renda das mulheres aumentou, mas os critérios de escolha de parceiro não mudaram, continuam buscando alguém mais forte.
Isso não é feminismo, é uma dupla vantagem.
Querem direitos iguais e, ao mesmo tempo, cuidados tradicionais.
Quem consegue isso?
Mas, voltando ao ponto.
Os homens também têm problemas.
Muitos homens dizem que são a favor da igualdade de gênero.
Quando encontram uma mulher com renda maior, ficam desconfortáveis.
Quando há divisão de tarefas domésticas, acham que é coisa da mulher.
Quando se trata da educação dos filhos, dizem que é responsabilidade da mãe.
Isso também é uma dupla vantagem.
Querem autoridade tradicional e, ao mesmo tempo, divisão igualitária.
Por fim, dizem que, após formar uma família, deve prevalecer o coletivismo familiar.
Essa ideia soa bem, mas na prática?
Quantas famílias nominalmente são coletivistas?
Na realidade, as mulheres sacrificam mais.
Abrem mão da carreira, cuidam mais das crianças, cuidam mais dos idosos.
E os homens? Trabalhar bem já é suficiente para serem bons maridos e pais.
O que é verdadeira igualdade?
Não é quem é mais forte ou mais fraco.
São direitos e deveres iguais.
Se você exige que o homem ganhe dinheiro para sustentar a família, também deve assumir responsabilidades.
Se exige que a mulher cuide do marido e dos filhos, também deve oferecer garantias.
Não pode querer benefícios tradicionais e liberdade moderna ao mesmo tempo.
Algumas dicas práticas para quem deseja entrar no casamento:
Primeiro, discutir claramente as tarefas antes do casamento.
Quem ganha mais, quem faz mais tarefas domésticas, como será a divisão.
Não esperar até o casamento para discutir isso.
Segundo, não usar o sexo como desculpa.
Homens podem fazer tarefas domésticas, mulheres podem ganhar dinheiro.
Quem puder fazer, faça, independentemente de gênero.
Terceiro, cuidado com a palavra "deveria".
Como um homem deveria agir, como uma mulher deveria agir.
Essas expectativas são moldadas por outros.
A vida é sua, não de terceiros.
Quarto, independência financeira é o mínimo.
Homens e mulheres, quem tem dinheiro tem voz.
Depender de alguém para sustentar, cedo ou tarde, você vai precisar agradar.
Por fim, uma verdade.
Feminismo não é fazer as mulheres dominarem os homens.
Nem o patriarcado é fazer os homens oprimirem as mulheres.
É ambos trabalharem juntos para uma vida melhor.
Não se deixe levar por discursos extremos na internet.
Não tome casos isolados como regra geral.
Não use a oposição de gêneros para esconder problemas reais.
O casamento não é um campo de batalha, é uma parceria de negócios.
Entre parceiros, o que importa é justiça, não força ou fraqueza.