A Índia respondeu com uma jogada regulatória notável, aumentando várias taxas de imposto no comércio de ações para desacelerar o comércio especulativo de retalho. A proposta orçamental apresentada ao parlamento no domingo marca um ponto de viragem na política financeira indiana e estabelece limites claros para o trading especulativo.
Taxas de imposto sobre derivados significativamente aumentadas
As novas medidas são notáveis: o imposto sobre transações de valores mobiliários em futuros de índices de ações foi aumentado de 0,02 % para 0,05 %, um aumento de 150 %. Além disso, a taxa de imposto sobre prémios de opções e exercícios de opções subiu de 0,1 % para 0,15 %. Estas aumentos afetam especialmente os day traders e investidores privados que constroem posições massivas em derivados. Com estas reformas, o governo indiano sinaliza claramente que o comportamento especulativo no mercado de ações já não é bem-vindo.
Mercado de ações sob pressão de reformas
O anúncio teve consequências imediatas e massivas para o mercado de capitais indiano. O principal índice da Índia, o NIFTY 50, registou uma queda intradiária de quase 3 %. Também a Bolsa de Valores de Bombaim (BSE) – a segunda maior bolsa de valores da Índia – e empresas de corretagem líderes como a AngleOne sofreram perdas significativas. A reação do mercado reflete a nervosismo que tais choques fiscais podem provocar nos participantes do mercado.
Controle contra a especulação de investidores privados
Estas aumentos de impostos fazem parte de um programa regulatório mais amplo. Já no final de 2024, a autoridade financeira indiana introduziu uma série de restrições – incluindo a limitação de cada bolsa a um contrato de opções de índice por semana. O objetivo é claro: conter o frenesi especulativo que transformou a Índia no maior mercado mundial em volume de negociações de contratos a termo. Com esta estratégia dupla de impostos e restrições de volume, a Índia tenta domar a volatilidade no comércio de ações e proteger melhor os investidores privados.
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Reformas fiscais na Índia no comércio de ações: Reforço da luta contra as especulações
A Índia respondeu com uma jogada regulatória notável, aumentando várias taxas de imposto no comércio de ações para desacelerar o comércio especulativo de retalho. A proposta orçamental apresentada ao parlamento no domingo marca um ponto de viragem na política financeira indiana e estabelece limites claros para o trading especulativo.
Taxas de imposto sobre derivados significativamente aumentadas
As novas medidas são notáveis: o imposto sobre transações de valores mobiliários em futuros de índices de ações foi aumentado de 0,02 % para 0,05 %, um aumento de 150 %. Além disso, a taxa de imposto sobre prémios de opções e exercícios de opções subiu de 0,1 % para 0,15 %. Estas aumentos afetam especialmente os day traders e investidores privados que constroem posições massivas em derivados. Com estas reformas, o governo indiano sinaliza claramente que o comportamento especulativo no mercado de ações já não é bem-vindo.
Mercado de ações sob pressão de reformas
O anúncio teve consequências imediatas e massivas para o mercado de capitais indiano. O principal índice da Índia, o NIFTY 50, registou uma queda intradiária de quase 3 %. Também a Bolsa de Valores de Bombaim (BSE) – a segunda maior bolsa de valores da Índia – e empresas de corretagem líderes como a AngleOne sofreram perdas significativas. A reação do mercado reflete a nervosismo que tais choques fiscais podem provocar nos participantes do mercado.
Controle contra a especulação de investidores privados
Estas aumentos de impostos fazem parte de um programa regulatório mais amplo. Já no final de 2024, a autoridade financeira indiana introduziu uma série de restrições – incluindo a limitação de cada bolsa a um contrato de opções de índice por semana. O objetivo é claro: conter o frenesi especulativo que transformou a Índia no maior mercado mundial em volume de negociações de contratos a termo. Com esta estratégia dupla de impostos e restrições de volume, a Índia tenta domar a volatilidade no comércio de ações e proteger melhor os investidores privados.