Quatro nações europeias — Alemanha, França, Suécia e Noruega — confirmaram o deslocamento de contingentes militares para a Groenlândia em meados de janeiro de 2026. A iniciativa surgiu como resposta à crescente pressão diplomática americana sobre o território, transformando a região ártica em ponto focal de negociações internacionais.
Ofensiva militar europeia coordenada pela Dinamarca
O Ministério da Defesa da Alemanha informou que os soldados participarão de uma empreitada de reconhecimento voltada para avaliar possíveis contribuições à estabilidade regional. A França assumiu posição de destaque, com o presidente Emmanuel Macron batizando a operação como “Opération Endurance Arctique” (Operação Resistência no Ártico). Os contingentes franceses iniciaram deslocamento imediato, reforçando o compromisso europeu. Como único membro da União Europeia detentor de arsenal nuclear, a participação francesa amplifica o peso político e estratégico da mobilização.
A Dinamarca, responsável histórica pela defesa da Groenlândia, solicitou formalmente o reforço militar. Além do apoio europeu, Copenhague anunciou exercícios adicionais em seu próprio território e arredores, em coordenação com parceiros da Otan. Segundo o órgão dinamarquês de defesa, o objetivo é “fortalecer a presença da aliança na região e aprimorar a capacidade operacional sob as condições climáticas extremas do Ártico, em benefício da segurança europeia e transatlântica”.
Trump reafirma ambições estratégicas e questiona capacidade europeia
O presidente americano Donald Trump intensificou suas declarações questionando a eficácia da defesa europeia sem participação dos Estados Unidos. Em publicação na rede Truth Social, Trump argumentou que a Otan depende fundamentalmente do poder militar americano e que a organização se tornaria “muito mais formidável” caso a Groenlândia estivesse sob controle dos EUA. O republicano caracterizou qualquer outro cenário como “inaceitável”, sinalizando que a questão permanece prioritária na agenda geopolítica americana.
Negociações diplomáticas em andamento sem consenso imediato
Autoridades dinamarquesas e groenlandesas compareceram à Casa Branca na mesma semana para negociações com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. Apesar do encontro caracterizado como “franco e construtivo”, o ministro dinamarquês das Relações Exteriores Lars Lokke Rasmussen enfatizou que subsiste um “desacordo fundamental” entre as partes.
Rasmussen reafirmou que propostas desrespeitando a integridade territorial do Reino da Dinamarca e o direito à autodeterminação do povo groenlandês são “totalmente inaceitáveis”. Ambos os lados concordaram em criar um grupo de trabalho de alto nível para continuar discussões, com novo encontro previsto para algumas semanas depois. A situação reflete o impasse entre a determinação americana de expandir sua influência ártica e a firme posição europeia em manter a estabilidade regional sob o marco legal internacional existente.
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Alemanha e países europeus enviam tropas à Groenlândia em nova notícias sobre tensões árticas
Quatro nações europeias — Alemanha, França, Suécia e Noruega — confirmaram o deslocamento de contingentes militares para a Groenlândia em meados de janeiro de 2026. A iniciativa surgiu como resposta à crescente pressão diplomática americana sobre o território, transformando a região ártica em ponto focal de negociações internacionais.
Ofensiva militar europeia coordenada pela Dinamarca
O Ministério da Defesa da Alemanha informou que os soldados participarão de uma empreitada de reconhecimento voltada para avaliar possíveis contribuições à estabilidade regional. A França assumiu posição de destaque, com o presidente Emmanuel Macron batizando a operação como “Opération Endurance Arctique” (Operação Resistência no Ártico). Os contingentes franceses iniciaram deslocamento imediato, reforçando o compromisso europeu. Como único membro da União Europeia detentor de arsenal nuclear, a participação francesa amplifica o peso político e estratégico da mobilização.
A Dinamarca, responsável histórica pela defesa da Groenlândia, solicitou formalmente o reforço militar. Além do apoio europeu, Copenhague anunciou exercícios adicionais em seu próprio território e arredores, em coordenação com parceiros da Otan. Segundo o órgão dinamarquês de defesa, o objetivo é “fortalecer a presença da aliança na região e aprimorar a capacidade operacional sob as condições climáticas extremas do Ártico, em benefício da segurança europeia e transatlântica”.
Trump reafirma ambições estratégicas e questiona capacidade europeia
O presidente americano Donald Trump intensificou suas declarações questionando a eficácia da defesa europeia sem participação dos Estados Unidos. Em publicação na rede Truth Social, Trump argumentou que a Otan depende fundamentalmente do poder militar americano e que a organização se tornaria “muito mais formidável” caso a Groenlândia estivesse sob controle dos EUA. O republicano caracterizou qualquer outro cenário como “inaceitável”, sinalizando que a questão permanece prioritária na agenda geopolítica americana.
Negociações diplomáticas em andamento sem consenso imediato
Autoridades dinamarquesas e groenlandesas compareceram à Casa Branca na mesma semana para negociações com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio. Apesar do encontro caracterizado como “franco e construtivo”, o ministro dinamarquês das Relações Exteriores Lars Lokke Rasmussen enfatizou que subsiste um “desacordo fundamental” entre as partes.
Rasmussen reafirmou que propostas desrespeitando a integridade territorial do Reino da Dinamarca e o direito à autodeterminação do povo groenlandês são “totalmente inaceitáveis”. Ambos os lados concordaram em criar um grupo de trabalho de alto nível para continuar discussões, com novo encontro previsto para algumas semanas depois. A situação reflete o impasse entre a determinação americana de expandir sua influência ártica e a firme posição europeia em manter a estabilidade regional sob o marco legal internacional existente.