A desvalorização da moeda conta uma história poderosa sobre a desigualdade económica global. Aqui está uma visão abrangente dos 50 países onde o dólar americano troca pelos valores mais altos de moeda local, revelando onde os sistemas monetários enfraqueceram mais dramaticamente. Desde a crise de hiperinflação na Venezuela até às pressões nos mercados emergentes na Ásia e África, estas moedas mais pobres do mundo refletem desafios económicos sistémicos mais profundos.
As Moedas Mais Gravemente Desvalorizadas em Relação ao Dólar
O extremo da fraqueza cambial é dominado por nações que enfrentam hiperinflação e colapsos económicos. O Bolívar da Venezuela lidera a lista com aproximadamente 4 milhões para 1 USD, seguido pelo Rial do Irã, com cerca de 514.000 por dólar. Estes representam casos em que falhas na política monetária destruíram completamente o poder de compra. A Libra Síria segue com aproximadamente 15.000 por dólar, enquanto o Dinar do Iraque situa-se em 1.310 por dólar. Estas cifras demonstram como a instabilidade política e a má gestão fiscal podem desencadear uma catástrofe cambial.
Sudeste Asiático e Sul da Ásia: O Desafio dos Mercados Emergentes
As moedas do Sudeste Asiático mostram uma fraqueza substancial, apesar de sistemas financeiros relativamente desenvolvidos. A Rupia da Indonésia negocia em torno de 14.985 por dólar, enquanto o Dong do Vietname ronda os 24.000. O Kip do Laos está aproximadamente em 17.692, e o Riel do Camboja em 4.086. Indo para o Sul da Ásia, a Rúpia do Paquistão enfrenta pressão a 290 por dólar, a Rúpia do Nepal a 132, a Taka de Bangladesh a 110, e a Rúpia do Sri Lanka a 320. Estas moedas mais pobres na região geralmente resultam de défices comerciais, fuga de capitais e pressões inflacionárias.
Crise Monetária na África: Fraqueza Generalizada
A África destaca-se entre os países com pior desempenho. A Leona da Serra Leoa, a Kwacha da Zâmbia a 20,5, o Shilling do Uganda a 3.806, e o Shilling da Tanzânia a 2.498 refletem desafios económicos estruturais. A Naira da Nigéria negocia em torno de 775 por dólar, o Cedi de Gana a 12, o Shilling do Quénia a 148, o Birr da Etiópia a 55, e o Ariary de Madagascar a 4.400. A Libra do Egito está a 31, enquanto o Metical de Moçambique atinge 63 por dólar. Estas moedas mais pobres na África lutam contra a volatilidade dos preços das commodities, cargas de dívida e reservas de moeda estrangeira limitadas.
Ásia Central e Europa de Leste: Legados Económicos Pós-Soviéticos
As antigas repúblicas soviéticas continuam a lutar contra a instabilidade cambial. O Som do Uzbequistão negocia a 11.420 por dólar, o Tenge do Cazaquistão a 470, e o Somoni do Tadjiquistão a 11. O Som do Quirguistão está perto de 89, enquanto o Rublo da Bielorrússia negocia em torno de 3,14. A Leu da Moldávia atinge 18, e o Dram arménio aproxima-se de 410. Estas nações partilham legados de economias de transição com reformas estruturais em curso.
Outras Nações Enfrentando Pressões Cambiais Significativas
Países adicionais com moedas enfraquecidas incluem o Guarani do Paraguai a 7.241, o Peso da Colômbia a 3.915, o Kyat de Myanmar a 2.100, o Gourde do Haiti a 131, o Córdoba da Nicarágua a 36,5, o Dólar do Suriname a 37, o Rial do Iémen a 250, o Afegani do Afeganistão a 80, o Manat do Turcomenistão a 3,5, o Lari da Geórgia a 2,85, o Shilling da Somália a 550, o Dólar de Fiji a 2,26, o Peso das Filipinas a 57, a Coroa da Islândia a 136, e o Won da Coreia do Norte a 900. As moedas mais pobres destes países refletem diversas pressões económicas — desde zonas de conflito até dependência de commodities e desenvolvimento limitado.
Fios Comuns: Compreender a Fraqueza Global das Moedas
Apesar das diferenças geográficas e políticas, estes 50 países partilham desafios fundamentais que impulsionam a desvalorização cambial. A inflação crónica, cargas de dívida externa, instabilidade política, fuga de capitais e reservas de moeda estrangeira limitadas representam as questões centrais. Quando os bancos centrais perdem credibilidade ou os governos gerem mal a política fiscal, as moedas locais enfraquecem inevitavelmente face às moedas de reserva como o dólar dos EUA.
As moedas mais pobres do mundo funcionam como barómetros económicos, sinalizando uma instabilidade mais ampla que afeta os cidadãos através da redução do poder de compra, inflação importada e deterioração do padrão de vida. Compreender estes padrões ajuda investidores e analistas a reconhecer riscos sistémicos nas economias em desenvolvimento e a antecipar futuros movimentos monetários no nosso sistema financeiro global interligado.
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As Moedas Mais Pobres do Mundo: 50 Nações Enfrentando uma Devalorização Monetária Grave
A desvalorização da moeda conta uma história poderosa sobre a desigualdade económica global. Aqui está uma visão abrangente dos 50 países onde o dólar americano troca pelos valores mais altos de moeda local, revelando onde os sistemas monetários enfraqueceram mais dramaticamente. Desde a crise de hiperinflação na Venezuela até às pressões nos mercados emergentes na Ásia e África, estas moedas mais pobres do mundo refletem desafios económicos sistémicos mais profundos.
As Moedas Mais Gravemente Desvalorizadas em Relação ao Dólar
O extremo da fraqueza cambial é dominado por nações que enfrentam hiperinflação e colapsos económicos. O Bolívar da Venezuela lidera a lista com aproximadamente 4 milhões para 1 USD, seguido pelo Rial do Irã, com cerca de 514.000 por dólar. Estes representam casos em que falhas na política monetária destruíram completamente o poder de compra. A Libra Síria segue com aproximadamente 15.000 por dólar, enquanto o Dinar do Iraque situa-se em 1.310 por dólar. Estas cifras demonstram como a instabilidade política e a má gestão fiscal podem desencadear uma catástrofe cambial.
Sudeste Asiático e Sul da Ásia: O Desafio dos Mercados Emergentes
As moedas do Sudeste Asiático mostram uma fraqueza substancial, apesar de sistemas financeiros relativamente desenvolvidos. A Rupia da Indonésia negocia em torno de 14.985 por dólar, enquanto o Dong do Vietname ronda os 24.000. O Kip do Laos está aproximadamente em 17.692, e o Riel do Camboja em 4.086. Indo para o Sul da Ásia, a Rúpia do Paquistão enfrenta pressão a 290 por dólar, a Rúpia do Nepal a 132, a Taka de Bangladesh a 110, e a Rúpia do Sri Lanka a 320. Estas moedas mais pobres na região geralmente resultam de défices comerciais, fuga de capitais e pressões inflacionárias.
Crise Monetária na África: Fraqueza Generalizada
A África destaca-se entre os países com pior desempenho. A Leona da Serra Leoa, a Kwacha da Zâmbia a 20,5, o Shilling do Uganda a 3.806, e o Shilling da Tanzânia a 2.498 refletem desafios económicos estruturais. A Naira da Nigéria negocia em torno de 775 por dólar, o Cedi de Gana a 12, o Shilling do Quénia a 148, o Birr da Etiópia a 55, e o Ariary de Madagascar a 4.400. A Libra do Egito está a 31, enquanto o Metical de Moçambique atinge 63 por dólar. Estas moedas mais pobres na África lutam contra a volatilidade dos preços das commodities, cargas de dívida e reservas de moeda estrangeira limitadas.
Ásia Central e Europa de Leste: Legados Económicos Pós-Soviéticos
As antigas repúblicas soviéticas continuam a lutar contra a instabilidade cambial. O Som do Uzbequistão negocia a 11.420 por dólar, o Tenge do Cazaquistão a 470, e o Somoni do Tadjiquistão a 11. O Som do Quirguistão está perto de 89, enquanto o Rublo da Bielorrússia negocia em torno de 3,14. A Leu da Moldávia atinge 18, e o Dram arménio aproxima-se de 410. Estas nações partilham legados de economias de transição com reformas estruturais em curso.
Outras Nações Enfrentando Pressões Cambiais Significativas
Países adicionais com moedas enfraquecidas incluem o Guarani do Paraguai a 7.241, o Peso da Colômbia a 3.915, o Kyat de Myanmar a 2.100, o Gourde do Haiti a 131, o Córdoba da Nicarágua a 36,5, o Dólar do Suriname a 37, o Rial do Iémen a 250, o Afegani do Afeganistão a 80, o Manat do Turcomenistão a 3,5, o Lari da Geórgia a 2,85, o Shilling da Somália a 550, o Dólar de Fiji a 2,26, o Peso das Filipinas a 57, a Coroa da Islândia a 136, e o Won da Coreia do Norte a 900. As moedas mais pobres destes países refletem diversas pressões económicas — desde zonas de conflito até dependência de commodities e desenvolvimento limitado.
Fios Comuns: Compreender a Fraqueza Global das Moedas
Apesar das diferenças geográficas e políticas, estes 50 países partilham desafios fundamentais que impulsionam a desvalorização cambial. A inflação crónica, cargas de dívida externa, instabilidade política, fuga de capitais e reservas de moeda estrangeira limitadas representam as questões centrais. Quando os bancos centrais perdem credibilidade ou os governos gerem mal a política fiscal, as moedas locais enfraquecem inevitavelmente face às moedas de reserva como o dólar dos EUA.
As moedas mais pobres do mundo funcionam como barómetros económicos, sinalizando uma instabilidade mais ampla que afeta os cidadãos através da redução do poder de compra, inflação importada e deterioração do padrão de vida. Compreender estes padrões ajuda investidores e analistas a reconhecer riscos sistémicos nas economias em desenvolvimento e a antecipar futuros movimentos monetários no nosso sistema financeiro global interligado.