Em fevereiro de 2026, os EUA e o Irão iniciaram uma nova rodada de negociações indiretas em Omã, mas as diferenças em questões centrais eram evidentes. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Araghchi, delineou claramente a "linha vermelha", recusando-se a fazer concessões sobre o enriquecimento de urânio e mísseis balísticos, enfatizando que o programa nuclear é uma questão de soberania para fins pacíficos. Os Estados Unidos continuam a exercer pressão, além de desplegar grupos de ataque de porta-aviões e interceptar drones iranianos, intensificaram as sanções económicas e ameaçam impor tarifas adicionais aos países envolvidos no comércio com o Irão. Apesar de ambos os lados terem enviado sinais de disposição para negociar, o confronto militar continua a intensificar-se: a Força Aérea do Irão entrou em estado de máxima prontidão, o representante dos EUA nas negociações visitou um porta-aviões para interagir com pilotos, e a tensão na região não mostrou sinais de alívio. Israel exige que o acordo inclua restrições ao armamento de mísseis iranianos e de grupos de proxy, o que aumenta ainda mais a complexidade das negociações. A situação atual demonstra que os EUA e o Irão carecem de confiança estratégica mútua, e as negociações parecem mais uma "válvula de segurança" do que uma verdadeira solução, mantendo-se o risco de conflito.
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Em fevereiro de 2026, os EUA e o Irão iniciaram uma nova rodada de negociações indiretas em Omã, mas as diferenças em questões centrais eram evidentes. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Araghchi, delineou claramente a "linha vermelha", recusando-se a fazer concessões sobre o enriquecimento de urânio e mísseis balísticos, enfatizando que o programa nuclear é uma questão de soberania para fins pacíficos. Os Estados Unidos continuam a exercer pressão, além de desplegar grupos de ataque de porta-aviões e interceptar drones iranianos, intensificaram as sanções económicas e ameaçam impor tarifas adicionais aos países envolvidos no comércio com o Irão. Apesar de ambos os lados terem enviado sinais de disposição para negociar, o confronto militar continua a intensificar-se: a Força Aérea do Irão entrou em estado de máxima prontidão, o representante dos EUA nas negociações visitou um porta-aviões para interagir com pilotos, e a tensão na região não mostrou sinais de alívio. Israel exige que o acordo inclua restrições ao armamento de mísseis iranianos e de grupos de proxy, o que aumenta ainda mais a complexidade das negociações. A situação atual demonstra que os EUA e o Irão carecem de confiança estratégica mútua, e as negociações parecem mais uma "válvula de segurança" do que uma verdadeira solução, mantendo-se o risco de conflito.