Os modelos de base de mundo aberto prosperam quando são construídos com mecanismos de coordenação verdadeiramente abertos. O verdadeiro teste não é apenas ter uma infraestrutura descentralizada—é se essa infraestrutura consegue coordenar de forma fluida através de ecossistemas. O ecossistema DePIN da Solana está a provar este conceito na prática neste momento. Projetos que aproveitam a alta capacidade de processamento e os baixos custos da Solana estão a experimentar redes de infraestrutura física descentralizada em grande escala. Quando combina protocolos abertos com incentivos de coordenação genuínos, desbloqueia-se novas possibilidades para a inovação em infraestrutura. A questão-chave: será que estes modelos conseguem escalar a coordenação através de fronteiras e limites de confiança sem sacrificar a descentralização?
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ShitcoinArbitrageur
· 11h atrás
solana realmente tem algo de especial, mas será que essa coordenação transfronteiriça realmente funciona... Parece que ainda é uma questão de confiança
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OldLeekConfession
· 11h atrás
A onda da Solana realmente está a ganhar força, mas, para ser honesto, a coordenação transfronteiriça ainda é um pouco incerta...
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AirdropHuntress
· 11h atrás
Após análise e investigação, a onda de DePIN na Solana realmente está a processar dados, mas o mais importante é verificar se o design do tokenomics tem algum problema. Alta taxa de transferência e baixo custo são apenas aparências; o verdadeiro problema está no mecanismo de incentivo durante a coordenação entre ecossistemas — recomenda-se acompanhar o fluxo dessas carteiras.
Os modelos de base de mundo aberto prosperam quando são construídos com mecanismos de coordenação verdadeiramente abertos. O verdadeiro teste não é apenas ter uma infraestrutura descentralizada—é se essa infraestrutura consegue coordenar de forma fluida através de ecossistemas. O ecossistema DePIN da Solana está a provar este conceito na prática neste momento. Projetos que aproveitam a alta capacidade de processamento e os baixos custos da Solana estão a experimentar redes de infraestrutura física descentralizada em grande escala. Quando combina protocolos abertos com incentivos de coordenação genuínos, desbloqueia-se novas possibilidades para a inovação em infraestrutura. A questão-chave: será que estes modelos conseguem escalar a coordenação através de fronteiras e limites de confiança sem sacrificar a descentralização?