A trajetória das exchanges nunca foi carente de jogadores, mas poucos conseguem sobreviver e criar impacto. Ao analisar a história do setor, percebe-se que os bem-sucedidos geralmente acertaram o timing e tiveram coragem de fazer escolhas não convencionais nos momentos-chave.
A história de um veterano do setor é bastante exemplar. Este rapaz nasceu em 1977 em Jiangsu, imigrou para o Canadá aos 12 anos, trabalhou em diversos empregos temporários na juventude e, posteriormente, entrou no setor de fintech, onde passou mais de vinte anos. Em 2013, ao conhecer o Bitcoin, não pensou duas vezes: vendeu sua casa em Xangai e entrou de cabeça no mercado de criptomoedas. Após passar por várias plataformas, em julho de 2017 fundou sua própria exchange.
Naquela época, o mercado de exchanges já estava bastante saturado, com uma concorrência acirrada. Mas ele teve uma ideia diferenciada — lançar uma moeda própria da plataforma. Essa moeda tinha um preço inicial de apenas 0,15 dólares e, por meio de um ICO, arrecadou 15 milhões de dólares para iniciar suas operações. Parece pouco? Mas ele desenhou um mecanismo central para ela: os usuários poderiam pagar taxas de transação com a moeda e obter descontos, enquanto a exchange realizava recompras periódicas e queimas, criando um modelo deflacionário que conferia valor de longo prazo. Essa lógica, na época, era até um pouco avançada.
Após apenas dois meses de operação, uma crise relacionada à política do "94" abalou o setor, causando um impacto severo em toda a indústria de criptomoedas. Outras pessoas poderiam ter desistido, mas ele agiu rapidamente, migrando seus servidores e equipe para o exterior e adotando uma operação distribuída. Essa decisão foi crucial para que sua plataforma sobrevivesse.
O mais interessante é que a própria moeda da plataforma acabou se tornando uma tábua de salvação. Os usuários a utilizavam para pagar taxas, participar de promoções e a exchange dependia dela para manter seu fluxo de caixa. Em apenas seis meses, a plataforma atingiu o maior volume de negociações global, e o preço da moeda disparou. Em 2019, o lançamento do mecanismo Launchpad elevou o patamar — os usuários podiam usar a moeda para participar de ofertas iniciais de novos projetos. O recorde de vender 5 bilhões de tokens em 53 segundos chegou a ficar em destaque nas redes, e a popularidade e utilidade da moeda aumentaram ainda mais.
O que esse caso nos mostra? Em um mercado de exchanges cada vez mais homogêneo, a moeda própria não é apenas um token de troca, mas uma ferramenta que realmente agrega valor ao usuário e sustenta o ecossistema. Quem entender bem essa lógica, poderá sobreviver por mais tempo na competição brutal do mercado.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
10 gostos
Recompensa
10
8
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
quietly_staking
· 01-10 04:23
Vender a casa all in é realmente uma jogada ousada, mas também é preciso escolher o momento certo, né?
Ver originalResponder0
tokenomics_truther
· 01-09 23:31
Vender a casa all-in naquele momento foi realmente genial, se fosse comigo, já teria fugido há muito tempo
Ver originalResponder0
NFTHoarder
· 01-09 19:22
Vender a casa all-in nesta operação, se fosse comigo, já teria tido uma grande perda hahaha
Ver originalResponder0
HodlVeteran
· 01-07 04:58
Falando sério, eu também estive naquela onda de 94, ainda me lembro de como foi horrível. Quase fiz um all-in.
Ver originalResponder0
CryptoNomics
· 01-07 04:57
Na verdade, o modelo de tokenomics aqui é apenas correlação disfarçada de causalidade. vender imóveis para apostar tudo? isso não é um diferencial, é apenas um viés de sobrevivência falando.
Ver originalResponder0
SchrodingerAirdrop
· 01-07 04:54
Ai, a coragem de apostar tudo na venda de imóveis realmente admiro, se fosse eu, já teria desistido há muito tempo
Ver originalResponder0
MysteriousZhang
· 01-07 04:35
Vender a casa all-in em Bitcoin, este tipo é mesmo corajoso, eu é que não tenho essa coragem
Ver originalResponder0
HappyToBeDumped
· 01-07 04:31
Vender uma casa all in, quão corajoso é isso... A jogada de 94 de migrar o servidor de trás para frente realmente salvou tudo
A trajetória das exchanges nunca foi carente de jogadores, mas poucos conseguem sobreviver e criar impacto. Ao analisar a história do setor, percebe-se que os bem-sucedidos geralmente acertaram o timing e tiveram coragem de fazer escolhas não convencionais nos momentos-chave.
A história de um veterano do setor é bastante exemplar. Este rapaz nasceu em 1977 em Jiangsu, imigrou para o Canadá aos 12 anos, trabalhou em diversos empregos temporários na juventude e, posteriormente, entrou no setor de fintech, onde passou mais de vinte anos. Em 2013, ao conhecer o Bitcoin, não pensou duas vezes: vendeu sua casa em Xangai e entrou de cabeça no mercado de criptomoedas. Após passar por várias plataformas, em julho de 2017 fundou sua própria exchange.
Naquela época, o mercado de exchanges já estava bastante saturado, com uma concorrência acirrada. Mas ele teve uma ideia diferenciada — lançar uma moeda própria da plataforma. Essa moeda tinha um preço inicial de apenas 0,15 dólares e, por meio de um ICO, arrecadou 15 milhões de dólares para iniciar suas operações. Parece pouco? Mas ele desenhou um mecanismo central para ela: os usuários poderiam pagar taxas de transação com a moeda e obter descontos, enquanto a exchange realizava recompras periódicas e queimas, criando um modelo deflacionário que conferia valor de longo prazo. Essa lógica, na época, era até um pouco avançada.
Após apenas dois meses de operação, uma crise relacionada à política do "94" abalou o setor, causando um impacto severo em toda a indústria de criptomoedas. Outras pessoas poderiam ter desistido, mas ele agiu rapidamente, migrando seus servidores e equipe para o exterior e adotando uma operação distribuída. Essa decisão foi crucial para que sua plataforma sobrevivesse.
O mais interessante é que a própria moeda da plataforma acabou se tornando uma tábua de salvação. Os usuários a utilizavam para pagar taxas, participar de promoções e a exchange dependia dela para manter seu fluxo de caixa. Em apenas seis meses, a plataforma atingiu o maior volume de negociações global, e o preço da moeda disparou. Em 2019, o lançamento do mecanismo Launchpad elevou o patamar — os usuários podiam usar a moeda para participar de ofertas iniciais de novos projetos. O recorde de vender 5 bilhões de tokens em 53 segundos chegou a ficar em destaque nas redes, e a popularidade e utilidade da moeda aumentaram ainda mais.
O que esse caso nos mostra? Em um mercado de exchanges cada vez mais homogêneo, a moeda própria não é apenas um token de troca, mas uma ferramenta que realmente agrega valor ao usuário e sustenta o ecossistema. Quem entender bem essa lógica, poderá sobreviver por mais tempo na competição brutal do mercado.