A quebra do ouro e prata está prestes a acontecer, o que dizem os economistas?
O renomado economista e autor de best-sellers Jim Rickards lançou recentemente uma previsão ousada: 2026 pode ser o ano de virada para os metais preciosos. Qual é a sua previsão? O ouro deve atingir US$10.000 por onça, enquanto a prata se aproxima de US$200.
Os dados atuais do mercado já estão contando uma história. A prata à vista acabou de ultrapassar US$73, atingindo uma nova máxima histórica; o ouro estabilizou-se acima de US$4.500. Ainda mais interessante, a relação ouro/prata caiu para 61,6, o menor nível dos últimos dez anos. Muitas pessoas veem essa disparidade na relação como um sinal de que a prata está subvalorizada.
A lógica que sustenta a previsão de Rickards tem várias bases. Primeiro, os bancos centrais globais continuam a aumentar suas reservas de ouro, sem sinais de desaceleração na demanda. Segundo, cada vez mais instituições — fundos soberanos, fundos de doação universitários — estão ajustando suas alocações de ativos, aumentando a participação de metais preciosos. Além disso, a situação internacional, com a Europa lidando com ativos russos, provoca uma reflexão global: os ativos em dólares e os títulos do Tesouro dos EUA são realmente tão seguros? Diante dessa incerteza, o apelo do ouro está crescendo.
Um detalhe que merece atenção: a proporção entre o preço do papel prata e a prata física chega a 100:1. Por trás dessa disparidade, está a história da escassez do ativo físico. A lógica de Rickards é simples e direta: "Oferta limitada, demanda crescente, realocação institucional, riscos geopolíticos — esses fatores combinados fazem com que, em 2026, o ouro ultrapasse US$10.000 e a prata atinja US$200, não seja uma fantasia."
A questão é: essa previsão se concretizará? Como os participantes do mercado veem isso? Talvez essa seja a história mais interessante dos metais preciosos neste ano.
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gas_fee_trauma
· 2025-12-28 18:29
A proporção de 100:1 do prata é realmente absurda, o ouro de papel também deveria estar mais consciente
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ZenZKPlayer
· 2025-12-27 13:17
A história da prata é realmente interessante, mas a relação de 100:1 do papel me deixa um pouco preocupado... Será que o físico é realmente tão escasso assim?
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GateUser-c802f0e8
· 2025-12-27 04:50
A relação ouro-prata está realmente fora de controlo, ainda é melhor comprar agora ou esperar por uma correção?
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GasFeeCrying
· 2025-12-27 04:48
Prata 100:1 diferença entre papel e físico? A história por trás disso é ainda mais impressionante do que a alta do ouro, a escassez de físico não é tão simples quanto se imagina
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TokenomicsTinfoilHat
· 2025-12-27 04:47
A proporção de 100:1 do prata realmente não aguenta mais, o físico é o verdadeiro caminho.
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JustHodlIt
· 2025-12-27 04:37
A proporção de papel de 100:1 do prata é incrível, e a lógica de escassez por trás dela realmente faz sentido
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A quebra do ouro e prata está prestes a acontecer, o que dizem os economistas?
O renomado economista e autor de best-sellers Jim Rickards lançou recentemente uma previsão ousada: 2026 pode ser o ano de virada para os metais preciosos. Qual é a sua previsão? O ouro deve atingir US$10.000 por onça, enquanto a prata se aproxima de US$200.
Os dados atuais do mercado já estão contando uma história. A prata à vista acabou de ultrapassar US$73, atingindo uma nova máxima histórica; o ouro estabilizou-se acima de US$4.500. Ainda mais interessante, a relação ouro/prata caiu para 61,6, o menor nível dos últimos dez anos. Muitas pessoas veem essa disparidade na relação como um sinal de que a prata está subvalorizada.
A lógica que sustenta a previsão de Rickards tem várias bases. Primeiro, os bancos centrais globais continuam a aumentar suas reservas de ouro, sem sinais de desaceleração na demanda. Segundo, cada vez mais instituições — fundos soberanos, fundos de doação universitários — estão ajustando suas alocações de ativos, aumentando a participação de metais preciosos. Além disso, a situação internacional, com a Europa lidando com ativos russos, provoca uma reflexão global: os ativos em dólares e os títulos do Tesouro dos EUA são realmente tão seguros? Diante dessa incerteza, o apelo do ouro está crescendo.
Um detalhe que merece atenção: a proporção entre o preço do papel prata e a prata física chega a 100:1. Por trás dessa disparidade, está a história da escassez do ativo físico. A lógica de Rickards é simples e direta: "Oferta limitada, demanda crescente, realocação institucional, riscos geopolíticos — esses fatores combinados fazem com que, em 2026, o ouro ultrapasse US$10.000 e a prata atinja US$200, não seja uma fantasia."
A questão é: essa previsão se concretizará? Como os participantes do mercado veem isso? Talvez essa seja a história mais interessante dos metais preciosos neste ano.