Desde que descobri essa curiosidade, meu filtro para hamsters quebrou em pedaços.


O filho de um amigo comprou um hamster na porta da escola, peludo, e brincava com ele na palma da mão todos os dias.
Depois, a criança teve febre alta que não passava, e após meio mês de investigação, foi diagnosticada com o vírus Hantaan, cuja fonte de transmissão era aquele hamster.
O médico disse que a probabilidade de um hamster portar o vírus Hantaan não é baixa, e que urina, saliva e fezes podem transmitir, e que o pó de excrementos secos, ao ser inalado, pode causar infecção.
Ele também contou de um caso mais estranho — o paciente não tinha hamster em casa, mas o vizinho do andar de cima tinha mais de dez, e a urina dos hamsters escorria pelo separador, secava e se misturava na poeira que ele inalou.
Depois de se curar, ele passou a usar máscara onde quer que fosse, e no dia da mudança deixou o contrato assinado na sapateira nova na entrada, com um papel dizendo: antes de entrar, olhe para o teto.
Outro caso foi de uma mulher que, após engravidar, deu o hamster para alguém, e na mesma noite começou a febre, e depois teve aborto espontâneo.
Depois de muita investigação, descobriram que ela não foi infectada pelo hamster, mas que seu marido, ao limpar a gaiola, não lavou as mãos e foi cortar frutas para ela.
Por fim, uma dica: lave as mãos após brincar com hamster, e nunca tenha curiosidade de cheirar a bunda dele.
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