Investir tem seus ciclos, é preciso ter uma visão histórica, pessoas que nasceram em diferentes períodos de desenvolvimento econômico têm preferências de investimento distintas, por exemplo, pessoas dos anos 60 e 70, que viveram o período de valorização imobiliária por 20 anos, tendem a comprar imóveis, trocando constantemente por locais melhores, tendo uma dependência de trajetória, muitas vezes ficando presas nos anos anteriores.


Já os nascidos após 95, preferem ações de tecnologia, criptomoedas e outros investimentos de alta volatilidade, não gostam de imóveis, porque quando eles começam a trabalhar com capacidade econômica, os preços das casas já caíram, não viram os dividendos do aumento de preços, a experiência com imóveis é de queda, rejeitam naturalmente ativos de baixa volatilidade, abraçam tecnologia e ativos de alta volatilidade como criptomoedas, buscando flexibilidade de crescimento.
A natureza humana só acredita na própria experiência de mercado, o entendimento de ciclos além do próprio ciclo é extremamente escasso, fazer investimentos requer sair da sensação de época própria, seguir os pontos de inflexão do grande ciclo, não ficar preso às percepções de uma geração, mas a lógica central de atravessar ciclos nunca mudou, não perder dinheiro é a premissa do juros compostos, ficar na mesa de negociação é mais importante do que ganhos de curto prazo.
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