Então, tenho pesquisado sobre esse negócio de estudar no exterior e, honestamente, a primeira pergunta que todo mundo faz é se realmente é caro. Resposta rápida: sim, pode ser. Mas isso depende muito de como você encara a situação.



Pelo que descobri, estudar no exterior geralmente custa entre US$ 3.650 e cerca de US$ 20.000, dependendo de onde você vai e do programa que escolher. Para colocar em perspectiva, um ano em uma universidade pública nos EUA para estudantes residentes custa cerca de US$ 9.700. Então, estudar no exterior é caro comparado a ficar em casa? Nem sempre. O fato é que muitas pessoas não percebem o quanto esse custo varia com base na localização e na forma como você se inscreve.

Basicamente, há duas maneiras de fazer isso. Você pode se inscrever diretamente na universidade que deseja, o que é mais barato, mas significa que você cuida de toda a logística — vistos, viagens, tudo. Ou pode passar por um provedor terceirizado que cuida da maior parte dessas coisas para você, mas você paga mais pela conveniência. A inscrição direta costuma ser a melhor opção se você estiver confortável lidando com os detalhes sozinho.

Agora, aqui está o que realmente costuma estar incluído nas taxas de programas de estudo no exterior. Você tem a mensalidade como o principal item, obviamente. Depois, há moradia — alguns programas cobrem, outros não. O seguro saúde geralmente está incluso, às vezes até com cobertura de até US$ 500.000, dependendo do programa. E os voos — provedores terceirizados costumam incluir isso no valor inicial. Mas aqui está o ponto: estudar no exterior é caro quando você considera tudo? Sim, porque sempre há coisas que eles não cobrem. Livros, refeições se você não tiver um plano, transporte local, seguro de viagem. Essas despesas se acumulam rápido. Vi um exemplo da Korea University pelo The Education Abroad Network por US$ 13.950 por semestre, mas, ao somar voos, livros, comida e seguro de viagem, o valor fica mais próximo de US$ 17.900.

O que realmente faz com que estudar no exterior seja caro ou razoável depende de algumas coisas. As taxas de câmbio importam bastante — quando o dólar está forte, seu dinheiro rende mais. A localização, obviamente, também influencia. Europa costuma ser mais cara do que outras regiões. E depois tem as coisas aleatórias — você precisa de um plano de refeições? Vai viajar durante as férias? Tudo isso aumenta o custo total.

A boa notícia é que existem formas legítimas de pagar por isso sem esvaziar completamente suas economias. Bolsas de estudo e auxílios existem — como a Benjamin A. Gilman International Scholarship, que oferece até US$ 5.000 para estudantes de graduação, ou o Fund for Education Abroad, para estudantes de grupos sub-representados. Você também pode recorrer a empréstimos estudantis federais, preenchendo o FAFSA e conversando com o setor de auxílio financeiro da sua instituição. Algumas pessoas usam empréstimos privados para cobrir o que as bolsas não cobrem, mas cuidado com as taxas de juros. Outros trabalham meio período enquanto estão no exterior, embora precisem de uma permissão de trabalho. E, honestamente, o financiamento coletivo está se tornando mais comum — sites como GoFundMe permitem contar sua história e receber apoio de amigos e familiares.

Então, estudar no exterior é caro? Pode ser, sim. Mas se você for estratégico — escolher um local mais barato, fazer inscrição direta, procurar bolsas — pode não ser tão ruim quanto parece. O custo real depende totalmente das suas escolhas.
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