Agora, ao avaliar se o projeto está levando a sério o trabalho, na verdade olho primeiro em como o Tesouro está gastando: não vejo quantos “marcos” ele atingiu, mas se o ritmo de despesas parece estar fazendo algo — se o orçamento foi detalhado, se os pagamentos estão vinculados às entregas, se quem gasta o dinheiro é o mesmo que faz a aceitação… Em resumo, quanto mais “burra” e rastreável for a forma de gastar o dinheiro, mais tranquilo fico.



Recentemente, todo mundo voltou a reclamar da renda dos validadores, do MEV e da justiça na ordenação, e eu também consigo entender: quando as regras na cadeia mudam, quem sofre no final são sempre os investidores de varejo. Então, eu considero “infraestrutura/segurança/auditoria” como um item de bônus, ao contrário de patrocínios constantes, KOLs e várias “incentivações ecológicas” sem resultados visíveis, aí fico meio inseguro.

Por isso, há algum tempo, também acompanhei um projeto, depois olhei duas páginas do fluxo do Tesouro e percebi que os marcos pareciam um PPT, mas o dinheiro estava indo muito rápido… Então, silenciosamente, deixei de seguir, para não ficar me iludindo com o gráfico de velas. É isso por enquanto.
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