Há uma novidade no mundo das criptomoedas e é algo que precisa ser abordado nesses tópicos. O presidente da CFTC, Michael Selig, afirmou que passos importantes foram dados nos Estados Unidos em relação aos contratos futuros perpétuos (futuros perpétuos) regulamentados. Atualmente, esse tipo de contrato é amplamente negociado em bolsas externas, mas ainda não é oferecido de forma totalmente compatível em plataformas locais.



Para quem se pergunta o que são futuros perpétuos, é importante explicar que são contratos derivativos sem data de vencimento. Ou seja, o trader pode manter sua posição por tempo indeterminado. Essa característica os tornou muito populares e os colocou em uma posição dominante no mercado global de derivativos de criptomoedas. Contudo, ainda não vimos versões totalmente regulamentadas nos EUA.

A declaração de Selig indica que políticas regulatórias antigas transferiram liquidez para fora do país e que isso precisa mudar. A nova abordagem busca manter a inovação sob supervisão doméstica. Ao mesmo tempo, a CFTC está preparando diretrizes para mercados de previsão e contratos baseados em eventos.

O contexto político é interessante. Selig é atualmente o único membro da comissão da CFTC com aprovação do Senado, com quatro cadeiras vagas. O presidente da SEC, Paul Atkins, destacou que uma reforma mais ampla dos ativos digitais depende de ações do Congresso. Ambos os reguladores afirmam que há necessidade de clareza legal para definir os limites de autoridade entre SEC e CFTC.

Há um projeto de lei em circulação no Congresso que pode redefinir as responsabilidades de supervisão entre as duas instituições. No entanto, discussões sobre retornos de stablecoins, ações tokenizadas e outros temas têm atrasado o processo.

Se futuros perpétuos regulamentados forem implementados, isso representará uma mudança significativa no mercado de criptomoedas. Uma parte do volume de derivativos controlado por plataformas externas há anos pode retornar aos EUA. Para traders e instituições, o período que se aproxima será crucial, pois determinará se os EUA poderão conquistar uma participação relevante na liquidez global de derivativos de criptomoedas.
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