Eu sou responsável pela "atmosfera" no funeral. Não choro, sou responsável por fazer rir. Os familiares me pedem para contar histórias embaraçosas do falecido para que os convidados se despedam sorrindo. Uma vez, contei uma piada e todos riram, o filho do falecido riu tão alto que a dentadura voou para fora. Esse foi o momento mais brilhante da minha carreira. Depois, mudei de profissão e me tornei parte da "equipe de atmosfera de casamento", responsável por fazer as pessoas chorarem no casamento. Quando a noiva entrou, eu chorei, chorei até antes da mãe dela.

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