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Relatório do JPMorgan: Frequentes ataques de hackers em DeFi aumentam o interesse das instituições! Por que o USDT se tornou o beneficiário?
Relatório mais recente do JPMorgan aponta que, devido a frequentes vulnerabilidades de segurança e ao estagnação do valor total bloqueado (TVL), o apelo do DeFi para investidores institucionais continua a diminuir.
De acordo com uma reportagem do CoinDesk de 23/04, o mais recente relatório de pesquisa do setor de criptomoedas do JPMorgan indica que vulnerabilidades de segurança contínuas e o estagnado valor total bloqueado (TVL) comprimem conjuntamente o apelo do DeFi para investidores institucionais, levando parte do capital de investimento a ser direcionada para a stablecoin USDT emitida pela Tether. O relatório foi elaborado pela equipe de analistas do JPMorgan, continuando a avaliação conservadora da instituição em relação à adoção do DeFi por parte de instituições nos últimos anos.
Pontos principais do relatório
A equipe de analistas do JPMorgan mantém uma postura conservadora em relação ao progresso do DeFi e da tokenização desde o ano passado, e cita ataques frequentes a pontes entre blockchains e protocolos como um dos principais obstáculos ao investimento institucional no DeFi. Segundo um resumo do relatório pelo CoinDesk, o comportamento de fluxo de capital mostra que: instituições e alguns participantes de varejo estão retirando fundos de protocolos DeFi e transferindo-os para USDT da Tether, que possui alta liquidez e cuja capacidade de execução por parte do emissor já foi comprovada.
Eventos recentes de ataques ao DeFi confirmam essa narrativa
Na semana anterior à publicação do relatório, o ecossistema DeFi enfrentou duas grandes ocorrências, exemplos típicos das “vulnerabilidades contínuas” mencionadas pelo JPMorgan:
Ambos os incidentes revelaram uma dependência excessiva de oráculos e pontes entre blockchains nos protocolos DeFi — exatamente as fontes de risco não quantificável que as equipes de gerenciamento de risco institucionais há tempos alertam.
Por que o USDT se tornou beneficiário
Enquanto eventos de risco em protocolos DeFi continuam a ocorrer, o USDT da Tether, por sua vez, constrói uma diferenciação de confiança graças à sua capacidade de execução na cadeia. Recentemente, a Tether demonstrou sua infraestrutura de coordenação com o OFAC ao congelar 344 milhões de dólares em ações colaborativas com autoridades americanas, uma característica central de sua natureza centralizada que atende às necessidades de conformidade das instituições de forma “rastreável e recuperável”.
Sinal para os operadores de DeFi
Para os protocolos DeFi, o relatório do JPMorgan indica indiretamente dois desafios estruturais: primeiro, que o histórico de segurança de protocolos de longo prazo é difícil de ser resolvido apenas com seguros e mecanismos de governança; segundo, que mesmo com pools permitidos (permissioned pools) e cofres KYC sendo lançados, as instituições tradicionais ainda preferem usar stablecoins centralizadas e custodiante para movimentar grandes volumes de fundos. Para os usuários, isso significa que a liquidez do DeFi provavelmente não retornará aos picos de TVL de 2021 no curto prazo, enquanto a oferta de stablecoins continuará concentrada em poucos emissores centralizados.