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Beijing, uma mulher HR demitiu uma funcionária grávida de 4 meses, ofereceu uma indenização N+1, e a outra assinou e saiu. Quem diria que, após um ano, a funcionária de repente entrou com uma arbitragem, alegando que a empresa a coagiu a assinar o acordo, exigindo retorno ao trabalho e indenização, e uma gravação da HR dizendo "sair é melhor para você e seu filho" virou prova. Após o incidente, a empresa pediu que a HR assumisse a culpa, o que a deixou muito injustiçada.
Como uma HR experiente, com anos de trabalho, ela nunca imaginou que se tornaria ré, sendo a demandante uma grávida que ela mesma demitiu no ano passado.
A história remonta ao ano passado. Naquela época, a estrutura da empresa foi ajustada, e havia uma funcionária grávida de 4 meses na lista.
A mulher seguiu as regras, discutiu o plano, ofereceu a indenização N+1, e o processo foi tranquilo.
Naquele momento, a funcionária também não reclamou, assinou de boa vontade, pegou o dinheiro e saiu. A HR lembra-se de ter aconselhado: "Agora é melhor para você e seu filho, volte para casa e cuide da gravidez."
Quem diria que essa frase foi gravada pela outra parte.
Agora, tudo mudou. A funcionária, com registros de exames e essa gravação, alegou que foi "coagida a assinar", exigindo reintegração e indenização.
A ligação do comitê de arbitragem foi direto para o celular da mulher, pedindo que ela se preparasse para a defesa.
O que mais deixou a mulher triste não foi ser processada, mas a postura da empresa.
Depois do incidente, o líder pediu que ela "lidasse com tudo", mas na prática, parecia que ela tinha que assumir toda a culpa.
O departamento jurídico da empresa analisou o processo e disse que houve falhas no procedimento de assinatura, e que a mulher, como executora, poderia ser responsabilizada.
Alguém comentou que demitir uma grávida já é imoral, e ainda falar essas coisas é pedir para apanhar.
Ela se sentiu injustiçada, achando que só tinha transformado a decisão do chefe em uma ordem escrita, e por que isso a tornava alvo de críticas?
Nos últimos dias, ela procurou advogados, mas as notícias foram piores.
A gravação é fatal na arbitragem, e, com a demissão durante a gravidez sendo uma questão sensível, a probabilidade de a empresa perder é alta.
Se perder, para se proteger, a empresa provavelmente vai jogar toda a culpa nela, a "responsável direta".
Hoje, ela lembra do conselho do mestre ao entrar na carreira: "HR é o escudo da empresa", e só acha isso irônico.
O escudo é forte contra golpes, mas se a arma for muito afiada, o escudo não vira apenas um material descartável?
Apesar de se sentir injustiçada, do ponto de vista legal, a situação é realmente irregular e ilegal.
O artigo 42 da Lei do Contrato de Trabalho dispõe que: durante a gravidez, período de parto e amamentação, o empregador não pode rescindir o contrato de trabalho com base nos artigos 40 e 41 da mesma lei. A lei protege as funcionárias grávidas.
Durante esses períodos, mesmo que a empresa queira pagar uma indenização, não pode despedir a funcionária sem uma violação grave, sob pena de violar a lei.
A frase de aconselhamento "é melhor para o bebê" gravada virou suspeita de que houve uso da condição de gestante para pressão e assinatura forçada.
Mas a tentativa da empresa de fazer a HR assumir a culpa também não adianta: se a demissão ocorreu na gravidez sem justificativa legal, é uma rescisão ilegal.
Além de o acordo poder ser anulado, a empresa terá que pagar salários atrasados e reintegrar a funcionária.
Qual sua opinião sobre isso?