Quando a vida chega à segunda metade, o que realmente faz a diferença já não são recursos, oportunidades ou um pico momentâneo de energia, mas sim se a pessoa possui estabilidade e ordem internas. O chamado "ordem interior" refere-se a valores claros, um sistema emocional estável, uma estrutura cognitiva coerente e o controle sobre o ritmo da própria vida. Quando as incertezas externas aumentam cada vez mais, a capacidade de não ser arrastado por elas, de não reagir de forma excessiva e de focar nas questões de longo prazo determina a qualidade de vida e o limite de uma pessoa. Em vez de buscar constantemente algo lá fora, é melhor estabelecer ordem internamente — essa é uma fonte de força mais duradoura e mais livre.

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