Acabei de saber que a BPCM, esta agência de comunicação independente que existe desde 99, acabou de expandir a sua parceria pela primeira vez em 26 anos. Eles trouxeram a Nancy Cuocci e o Victor de Vita como parceiros, o que é um grande acontecimento no mundo do RP. O que é interessante, no entanto, não são apenas os nomes — é o que eles estão a dizer sobre o porquê. A toda a proposta é que os silos de categorias estão mortos. Tipo, as marcas já não podem ficar apenas na sua faixa porque as pessoas não consomem cultura em verticais. Moda, beleza, bens de consumo embalados, hospitalidade — tudo se mistura agora. O Victor de Vita e os outros parceiros estão basicamente a dizer que o antigo manual de estratégias não funciona mais. Estão a posicionar a agência em torno desta abordagem integrada, centrada na cultura, em vez da separação tradicional por categorias. Também estão a apostar na IA para as tarefas mais aborrecidas — relatórios, identificação de tendências — para que as suas equipas possam focar na estratégia real e na criatividade. Uma jogada bastante inteligente, na minha opinião. O facto de uma agência consolidada como a BPCM estar a reestruturar-se em torno desta ideia de tecido conectivo cultural diz muito sobre para onde a indústria está a caminhar. Já não se trata apenas de transmitir mensagens, mas de construir diálogo e realmente entender como as pessoas vivem. Tenho curiosidade se outras agências vão começar a seguir este modelo.

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