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Por que a Europa acha que o dinheiro digital não vai quebrar o sistema monetário
Fonte: Coindoo Título Original: Why Europe Thinks Digital Money Won’t Break the Monetary System Link Original: O sistema monetário europeu está a avançar para uma era totalmente digital, mas sem abandonar as suas bases tradicionais.
Essa foi a mensagem principal partilhada por Fabio Panetta, que delineou como o dinheiro de banco central, o dinheiro de banco comercial, as stablecoins e os ativos tokenizados provavelmente coexistirão nos próximos anos.
Principais Conclusões
Dinheiro digital sem desmontar o sistema
Panetta deixou claro que a digitalização não significa uma ruptura do sistema monetário de duas camadas. Em vez disso, ele vê o dinheiro de banco central e o dinheiro de banco comercial continuando a ancorar a estabilidade financeira, mesmo à medida que passam a formas digitais e tokenizadas. O aumento de ativos baseados em blockchain e novas tecnologias de pagamento, na sua opinião, representa uma mudança de formato, e não uma mudança nos fundamentos.
Stablecoins vão crescer, mas não tomar o controle
Embora as stablecoins estejam a expandir-se rapidamente, Panetta minimizou os receios de que possam substituir o moeda tradicional. Ele reconheceu um forte apoio político às stablecoins nos Estados Unidos, onde são vistas como uma ferramenta para reforçar a procura global pelo dólar. Ainda assim, argumentou que as stablecoins carecem do papel institucional necessário para servir como núcleo do sistema monetário, que continua firmemente centrado nos bancos centrais e nos bancos comerciais regulados.
Por que a Europa está a impulsionar um euro digital
Um tema principal das declarações de Panetta foi a dependência crescente da Europa de fornecedores de pagamento estrangeiros. Hoje, uma grande parte dos pagamentos digitais depende de empresas sediadas nos EUA, como Visa, Mastercard e PayPal. Em um contexto de tensão geopolítica, ele alertou que essa dependência apresenta riscos estratégicos.
Para abordar isso, o Banco Central Europeu planeja lançar um euro digital até 2029. O objetivo é manter o dinheiro de banco central relevante numa economia digital e salvaguardar a soberania monetária da Europa, não substituir bancos privados ou perturbar os modelos de negócio existentes.
Bancos comerciais e tokenização
Panetta também espera que o dinheiro de banco comercial evolua. À medida que os pagamentos e ativos financeiros se tornam cada vez mais digitais, depósitos bancários e outros instrumentos provavelmente serão tokenizados também. Isso permitiria aos bancos manterem-se como atores centrais no sistema, operando numa infraestrutura moderna e digital ao lado do dinheiro de banco central.
Ele rejeitou os receios de que um euro digital marginalizaria os bancos, argumentando que focar nas perdas potenciais ignora uma questão mais premente: grande parte da atividade de pagamentos da Europa já é controlada por empresas não europeias.