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A face oculta das stablecoins: ferramenta de subsistência ou canal de evasão de sanções?
【区块律动】Recentemente, a situação na Irã e na Venezuela tem colocado as stablecoins na linha de fogo. Desta vez, não por causa de oscilações de preço, mas porque estas moedas estão a tornar-se cada vez mais parecidas com um dualismo — uma face ajuda as pessoas, a outra causa problemas.
Primeiro, o lado positivo. Em países como o Irã, a moeda local, o rial, tem-se depreciado há muito tempo, agravado por sanções e agitação social, levando os cidadãos comuns a perderem a esperança no sistema financeiro tradicional. O USDT tornou-se a última esperança para combater a inflação e proteger os ativos. Situações semelhantes estão a acontecer na Venezuela. A moeda local, o bolívar, tem-se depreciado continuamente, as pessoas já não confiam nos bancos, e as stablecoins tornaram-se uma ferramenta comum para pagamentos diários — comprar comida, transferências, várias pequenas transações podem ser feitas com elas.
Mas aí está o problema. A PDVSA, a empresa petrolífera estatal da Venezuela, começou a usar massivamente o USDT para liquidar receitas de petróleo desde 2020, estimando-se que cerca de 80% das receitas sejam feitas através da Tether. Claramente, isso é uma forma de contornar as restrições de sanções. Dados da empresa de análise blockchain TRM Labs são ainda mais diretos: a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã suspeita-se que, através de uma empresa de fachada no Reino Unido, tenha transferido mais de 10 bilhões de dólares em ativos usando stablecoins, com o objetivo de evitar várias restrições judiciais.
As autoridades reguladoras, claro, não ficaram de braços cruzados. Em setembro do ano passado, o governo do Irã impôs limites às stablecoins — os indivíduos só podem possuir até 10 mil dólares, e as compras anuais não podem ultrapassar 5 mil dólares. Além disso, a Tether foi várias vezes bloqueada por endereços suspeitos, e a maior bolsa do Irã sofreu um ataque hacker em 2025, o que prejudicou a adoção local das stablecoins.
A contradição atual é tão aguda: a mesma moeda, nas mãos dos pobres, é uma ferramenta de salvação; nas mãos de entidades ilegais, torna-se um canal de lavagem de dinheiro. Como é que os reguladores vão lidar com isso? Se não fizerem nada, o quadro de sanções fica sem efeito; se forem demasiado rigorosos, prejudicam os cidadãos comuns que realmente precisam de stablecoins. Essa contradição é difícil de resolver a curto prazo e deve continuar a ser um tema central na regulação global e no jogo de poder do mercado de criptomoedas até 2026.