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Aqui está uma questão interessante para os mercados de energia: Será que a expansão do petróleo venezuelano realmente pode funcionar onde a aposta no xisto dos EUA fracassou?
A matemática é brutal. Você precisaria de aproximadamente $115 bilhões apenas para dobrar a capacidade de produção — isso é o triplo do capex combinado que Exxon e Chevron investiram em seus projetos no ano passado. Deixe isso assentar.
Mas digamos que a Venezuela realmente consiga fazer isso. O que acontece então? Esses barris entram nos mercados globais e começam a competir forte pelo preço. E adivinha quem é o primeiro a sentir o impacto? Os produtores de xisto dos EUA estão expostos. O petróleo mais barato da Venezuela poderia prejudicá-los antes que qualquer outro sinta a pressão.
Então, há o paradoxo: mesmo que o capital se materialize e a infraestrutura seja construída, a vitória pode ser de curta duração. Mais oferta buscando preços mais baixos não é exatamente uma fórmula vencedora para margens sustentáveis.