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Um mercado de mineração de Bitcoin em um país do Oriente Médio está a protagonizar uma espécie de drama de realismo mágico — a indústria legal é insignificante, enquanto a mineração subterrânea cresce de forma selvagem.
De acordo com análises do setor, a escala oficial de mineração reconhecida é de apenas 5 megawatts, mas as fazendas subterrâneas consomem até 2 gigawatts, uma diferença de 400 vezes. O que está por trás deste número? No fundo, é uma questão de dinheiro.
O país enfrenta há muito tempo pressões de sanções internacionais, a inflação doméstica mantém-se acima de 30%, a moeda local desvaloriza-se fortemente, e o dinheiro dos cidadãos está a encolher. Nesse contexto, a mineração de Bitcoin tornou-se uma saída — especialmente porque a eletricidade local é incrivelmente barata. Os residentes pagam apenas entre 0,005 e 0,01 dólares por kWh, o que significa que o custo para minerar um Bitcoin pode ser controlado em torno de 1300 dólares. E, quando o preço do Bitcoin chegou a 100 mil dólares, o potencial de lucro era imenso.
Os mineiros também são inteligentes. Eles escondem as máquinas de mineração em residências, armazéns, escritórios e até em locais religiosos, usando várias técnicas para contornar os medidores de eletricidade. Dados estatísticos mostram que há cerca de 427 mil máquinas de mineração em funcionamento no país, dos quais 95% operam ilegalmente. Esses dispositivos ilegais consomem anualmente uma quantidade de eletricidade equivalente a 10 milhões de barris de petróleo, quase 4% das exportações de petróleo do país.
A questão é: um nível tão elevado de mineração subterrânea representa um desastre para a rede elétrica. Nos horários de pico de consumo, a mineração ilegal pode consumir até 2000 megawatts por dia, o que equivale ao consumo anual de uma cidade de 100 mil habitantes. A pressão sobre a rede aumenta drasticamente, aumentando o risco de apagões.