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O mercado global de açúcar enfrenta pressão de excedente à medida que a produção aumenta em regiões principais, incluindo o Paquistão
Recentes movimentos de mercado destacaram preocupações crescentes de oferta no setor mundial de açúcar. O açúcar mundial de Nova York de março #11 futures fell 2.40%, while March London ICE white sugar #5 caiu 1,87%, marcando os níveis mais baixos em duas semanas. Essa pressão de baixa reflete uma mudança fundamental no equilíbrio entre oferta e procura que está a desenrolar-se em vários continentes.
O Boom de Produção na Índia Redefine a Dinâmica do Mercado
O principal motor por trás da atual fraqueza dos preços advém do aumento da produção de açúcar na Índia. A Associação das Usinas de Açúcar da Índia (ISMA) informou que a produção durante o período de outubro a dezembro de 2025 atingiu 11,90 milhões de toneladas métricas, representando um aumento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de 9,54 MMT. A ISMA posteriormente revisou para cima a previsão de produção para o ano completo de 2025/26, de 30 MMT para 31 MMT, indicando um aumento de 18,8% em comparação ao ano anterior.
Uma mudança estrutural significativa também está em andamento na forma como a Índia aloca suas ofertas de açúcar. A associação reduziu sua previsão de consumo para produção de etanol de uma projeção anterior de 5 MMT para 3,4 MMT, liberando efetivamente quantidades adicionais para os mercados de exportação. O ministério de alimentos da Índia sinalizou receptividade a aumentar as remessas ao exterior, com oficiais indicando que o governo pode permitir que as usinas exportem volumes excedentes para aliviar os estoques domésticos. Atualmente, a quota de exportação para a temporada de 2025/26 é de 1,5 MMT, embora esse quadro possa ser ampliado dependendo das condições de oferta.
Brasil e Tailândia Completam o Triângulo de Produção
A trajetória de produção do Brasil apresenta um quadro mais complexo. A Conab, agência oficial de previsão de safra do país, aumentou sua estimativa de produção para 2025/26 para 45 MMT, de 44,5 MMT no início de novembro. Até meados de dezembro, a Unica reportou que a produção acumulada na região Centro-Sul até novembro totalizou 39,904 MMT, um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior. Notavelmente, os usineiros estão destinando uma proporção maior da cana moída à produção de açúcar em vez de etanol, com a proporção subindo para 51,12% em 2025/26 contra 48,34% na temporada anterior.
Olhando para 2026/27, a consultora Safras & Mercado prevê uma contração, estimando que a produção brasileira diminuirá 3,91%, para 41,8 MMT, em relação às 43,5 MMT esperadas em 2025/26. Os volumes de exportação devem cair 11% em relação ao ano anterior, para 30 MMT nesse período.
A Tailândia, posicionada como a terceira maior produtora mundial e segunda maior exportadora, está traçando uma trajetória de crescimento. A Thai Sugar Millers Corporation projetou que a safra de 2025/26 crescerá 5% em relação ao ano anterior, atingindo 10,5 MMT, continuando a contribuição do país para a expansão da oferta global.
Previsões Autoritativas Apontam para Surplus Persistente
Várias organizações internacionais convergiram para uma perspectiva sombria sobre o equilíbrio do mercado. A Organização Internacional do Açúcar (ISO) divulgou uma avaliação de 17 de novembro indicando um excedente de 1,625 milhão de MT para 2025/26, após um déficit de 2,916 milhões de MT em 2024/25. A ISO projeta que a produção global de açúcar aumentará 3,2% em relação ao ano anterior, atingindo 181,8 milhões de MT, impulsionada pelo aumento da produção na Índia, Tailândia e Paquistão, entre outros. O consumo humano global de açúcar deve aumentar apenas 1,4% em relação ao ano anterior, criando uma lacuna crescente entre oferta e procura.
A trader de açúcar Czarnikow adotou uma postura ainda mais pessimista, elevando sua estimativa de excedente global para 8,7 MMT em novembro, um aumento de 1,2 MMT em relação à projeção de setembro de 7,5 MMT.
O relatório bi-anual do USDA de 16 de dezembro pintou um quadro de produção recorde superando o crescimento do consumo. O departamento prevê que a produção global de açúcar em 2025/26 atingirá 189,318 MMT, representando um aumento de 4,6% em relação ao ano anterior e um recorde histórico. Enquanto isso, o consumo humano global de açúcar deve aumentar apenas 1,4% em relação ao ano anterior, para 177,921 MMT, também um recorde, mas a um ritmo muito mais lento. Consequentemente, o USDA prevê que os estoques finais globais de açúcar em 2025/26 contrair-se-ão 2,9%, para 41,188 MMT.
Análises Regionais do USDA Foreign Agricultural Service
O Serviço de Agricultura Estrangeira do USDA forneceu previsões detalhadas para as principais regiões produtoras. A produção do Brasil em 2025/26 foi projetada para aumentar 2,3% em relação ao ano anterior, atingindo um recorde de 44,7 MMT. A produção da Índia foi prevista para subir 25% em relação ao ano anterior, para 35,25 MMT, impulsionada por condições favoráveis de monção e expansão da área dedicada ao cultivo de açúcar. O Paquistão foi incluído na narrativa de expansão da oferta global, refletindo aumentos de produção em toda a região. A produção da Tailândia em 2025/26 foi prevista para crescer 2% em relação ao ano anterior, atingindo 10,25 MMT.
Implicações de Mercado e Trajetória de Preços
A convergência desses aumentos de produção, combinada com um crescimento modesto da procura, cria um ambiente estruturalmente desafiador para os preços do açúcar. Com vários previsores a indicar excedentes que variam de 1,6 a 8,7 MMT, dependendo da metodologia, e a produção a atingir níveis recorde enquanto o crescimento do consumo permanece lento, a pressão de baixa sobre os preços parece provável de persistir. As mínimas de duas semanas atrás refletem essa realidade fundamental, enquanto os traders assimilam as implicações de ofertas abundantes em encontro com uma procura moderada em todo o mercado global.