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Crítica Afiada | As Garras de Frango dos Influenciadores Podem Ser "Tóxicas"! Aditivos Ilegais Não Branqueiam a Ganância dos Comerciantes
Patas de galinha com aparência pálida e limpa, provenientes de uma fábrica de produção imunda, mergulhadas em peróxido de hidrogénio, uma substância tóxica que prejudica a saúde! O primeiro foco do programa 315 da CCTV em 2026 voltou a apontar para as vulnerabilidades na segurança alimentar, que mais preocupam os cidadãos. Na região de Sichuan e Chongqing, onde as patas de galinha estão em alta venda, uma instalação de processamento de patas de galinha exala um cheiro forte e está coberta de gordura e sujeira, com as patas pisoteadas no chão e pressionadas sob vassouras. Ainda mais grave é que essas patas contaminadas, que parecem limpas após o branqueamento, aparecem na frente dos consumidores graças ao uso de peróxido de hidrogénio. O peróxido de hidrogénio é uma substância química comum na desinfecção, mas pode causar danos graves à pele e ao trato digestivo, sendo expressamente proibido pelo governo na produção de patas de galinha. Os próprios trabalhadores afirmam que não se arriscam a comer.
Imagem e reportagem
Por trás de cada pedido na transmissão ao vivo, há uma linha de produção de alimentos com odor insuportável. Ingredientes problemáticos, evitados pelos trabalhadores, chegam em grande escala ao mercado e à boca dos consumidores, causando nojo e indignação. Colocar patas de galinha na mesa, pisoteando a segurança alimentar, é uma violação grave. A adição ilegal de ingredientes consegue branquear as patas de galinha, mas não consegue esconder a ganância dos empresários. Patas de galinha com problemas de higiene e potencialmente tóxicas refletem a face gananciosa de quem só busca lucro. Seja na voz baixa ao mencionar o “peróxido de hidrogénio” ou na recomendação de não comer, os profissionais sabem bem o quão sujas essas patas realmente são. Colocar interesses pessoais acima da segurança alimentar dos consumidores, agindo sem limites na busca por lucro, viola a integridade do mercado e vai contra a proteção do bem-estar da população.
Segundo relatos, não é apenas uma empresa de alimentos que usa peróxido de hidrogénio para branqueamento. A Administração Nacional de Supervisão do Mercado já mobilizou forças de fiscalização em várias regiões para desmantelar essa cadeia de produção clandestina, realizando inspeções surpresa às empresas envolvidas. A ação enérgica e firme visa cortar de raiz essa indústria ilegal, protegendo a segurança alimentar. Mas o problema não se limita às patas de galinha não saudáveis e insalubres, há também comerciantes que abandonaram a consciência e a lei, além de cada etapa da cadeia de produção que falha na responsabilidade. O uso excessivo de peróxido de hidrogénio pode ser fatal; por que isso se tornou um segredo aberto na produção de alimentos? Como é que patas de galinha contaminadas passam por inspeções de qualidade, entram em transmissões ao vivo e chegam às mesas de milhares de famílias? Desde a venda ilegal por empresas farmacêuticas, passando pelo uso ilícito por fabricantes de alimentos, até a liberação por plataformas de comércio eletrônico, cada ponto dessa cadeia negra é uma falha, cada parte permite que os riscos persistam. A negligência em cada etapa e a omissão de responsabilidades criaram essa terrível e chocante “refeição” obscura.
Aparência atraente, textura enganosa. Ao longo dos anos, o programa 315 tem exposto várias irregularidades na segurança alimentar. Desde “carne linfática” usada em pratos tradicionais, até arroz aromatizado com aromas tóxicos que causam dores de cabeça, e patas de galinha branqueadas com peróxido de hidrogénio “tóxico”. Apesar das muitas denúncias, por que ainda há comerciantes que se arriscam a colocar a saúde do consumidor em perigo? Será que o baixo custo de violar a lei incentiva a impunidade, ou a fiscalização é insuficiente? Combater essas irregularidades não deve se limitar a uma noite de ações enérgicas como o programa 315, nem a apenas confiscar alguns lotes de produtos problemáticos. É fundamental que todos os responsáveis por cada etapa da cadeia de produção e venda tenham medo de “fingir que dormem”, garantindo assim a segurança do consumo e uma vida de qualidade, além de proteger os direitos dos consumidores.
Fonte: Beijing Evening News
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