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A França aprovou o orçamento para 2026 em meio à instabilidade política
Em 3 de fevereiro, a maioria parlamentar francesa aprovou com sucesso as dotações orçamentais para o próximo ano, superando uma grave crise política que, durante várias semanas, minou a confiança dos investidores internacionais na economia francesa. Este resultado marcou um momento decisivo para o governo de Le Corne, que conseguiu sair vitorioso graças à tática diplomática e aos compromissos estratégicos.
Confronto parlamentar e resultados da votação
O desenvolvimento dos acontecimentos decorreu de forma dramática durante duas votações consecutivas de moção de desconfiança. A primeira resolução, proposta pela esquerda na Assembleia Nacional, obteve 260 votos contra os 289 necessários para derrubar a minoria do governo. A segunda tentativa, apresentada pelas forças de extrema-direita, foi ainda mais fraca — apenas 135 votos. Ambas as tentativas de provocar uma nova crise política fracassaram, permitindo que o processo de aprovação do orçamento continuasse normalmente.
Concessões económicas e nova realidade fiscal
A vitória do governo teve um preço elevado: Le Corne e o seu gabinete foram obrigados a fazer concessões significativas à oposição. A eliminação de alguns gastos e o aumento da carga fiscal alteraram os contornos iniciais do plano orçamental. O resultado inevitável foi que o défice do orçamento estatal este ano deverá atingir 5%, ultrapassando as estimativas estratégicas iniciais. Apesar disso, a aprovação do orçamento significa que Le Corne superou o obstáculo que os seus predecessores não conseguiram evitar, tendo sido obrigados a demitir-se devido a conflitos com o parlamento sobre reformas fiscais rigorosas.